Livros traduzidos

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Em determinado momento de Frenesi Polissilábico, Nick Hornby inicia a leitura de um livro de Javier Cercas e percebe que não vinha lendo livros traduzidos nos últimos meses:

"Em seu novo livro de Epigramas, de texto inteligente, alucinógeno, intitulado The Book of Shadows, o poeta escocês Don Paterson escreve que 'a maioria dos tradutores de poesia... não consegue entender que a manifestação física do poema em sua língua de orígem é tudo o que existe dele, assim como são as tintas em um quadro'. Acredito que isso não valha para romances, mas existe sempre a sensação de que você está perdendo alguma coisa. Soldados de Salamina é emocionante, informativo, vale a pena ler, bem traduzido e blá-blá-blá, mas a sensação que eu tinha a cada página que lia era a de que estava ouvindo um rádio mal sintonizado."


É claro que para Hornby - que tem o inglês como idioma nativo, e divide sua vida entre os 2 países em que mais se produz cultura no mundo (a Inglaterra e os Estados Unidos) - não deve ser difícil passar meses sem ler um livro traduzido, mesmo que ele seja um leitor voraz. Mas o que eu quero saber é se você, leitor, acha que ler livros traduzidos te faz perder muito do... do... sei lá, sabor original?

Kentaro

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O amigo Rafael (que há muito tempo atrás teve um blog, mas hoje bate ponto virtual de vez em quando no Twitter) acha que essa figurinha abaixo se parece comigo:



Exceto pelo fato de eu não usar óculos até que ele é bem parecido, não acham?

25 de dezembro

sábado, 25 de dezembro de 2010

Eu não sou sentimentalista em relação ao dia 25 de dezembro (estou certo de que deve haver vários posts antigos explicando isso mas estou com preguiça de procurar) mas gostaria de deixar meus votos de que vocês tenham um Natal significativo, reencontrando-se com suas famílias, ouvindo as vozes daquelas pessoas que amamos.

O passar dos anos me mostrou que a coisa mais importante é a família. Nunca se esqueçam disso.