9 anos

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Passadinha rápida só para registrar que hoje este blog está completando 9 anos de vida. Mais velho que meus filhos, mais velho que meu casamento.

Lost acabou

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O fim de Lost trouxe um tantinho de frustração pela não resolução de um monte de mistérios, mas ainda assim me deixou bem emocionado. Os produtores deixaram claro que a série era sobre os personagens, e não sobre a ilha, e esse foi uma caminho válido e honesto. Sendo assim, deixo abaixo o vídeo do Maurício Saldanha simbolizando a emoção que ele, eu, e milhões de pessoas sentimos com o fim desses 6 anos de aventuras:


Sobre escrever e reescrever

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Um trechinho de On Writing, em que Stephen King compartilha alguns ensinamentos que recebeu do editor de um jornalzinho de escola, para o qual ele escreveu quando era apenas um garoto (no parágrafo abaixo, o original, no seguinte, minha tradução tosquinha):

"When you're writing a story, you're telling yourself the story, when you rewrite, your main job is taking out all the things that are not the story. Write with the door closed, rewrite with the door open. Your stuff starts out being just for you, in other words, but then it goes out. Once you know what the story is and get it right - as right as you can, anyway - it belongs to anyone who wants to read it."

Quando você está escrevendo uma história, você está contando a história a si mesmo, quando você reescreve, seu principal trabalho é tirar todas as coisas que não são a história. Escreva com a porta fechada, reescreva com a porta aberta. Em outras palavras, suas histórias começam sendo só pra você, mas então elas ganham o mundo. Uma vez que você saiba o que é a história e consiga fazê-la direito - tão direito quanto você puder, pelo menos - ela pertence a qualquer um que quiser lê-la.

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(publicado originalmente em A Pessoa Comum, meu outro blog que mal começou e já morreu)


Garotas e Rio das Ostras

terça-feira, 11 de maio de 2010

Cansaram das fotos que eu posto? É claro que não! Aí vai mais uma, com minhas belas garotas:

De bônus, uma imagem de Rio das Ostras, onde estivemos há algumas semanas atrás:


A internet engatinhava

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Remexendo numas revistas Época antigas (por motivos que pretendo explorar em outro post), dei de cara com a pequena matéria abaixo, um deleite para relembrar as primeiras engatinhadas da internet no Brasil. Clique na imagem para vê-la em tamanho ampliado e poder ler o texto.


O trabalho hoje em dia

domingo, 9 de maio de 2010

Para tentar dar um jeito na minha improdutiva vida, estou relendo A arte de fazer acontecer (de David Allen). Logo na página 5 do livro me deparei com uma frase que me chamou a atenção: "Quantos de vocês fazem apenas aquilo para o qual foram contratados?", pergunta o autor.

Hoje em dia é cada vez mais difícil encontrar alguém nessa situação, aliás, é cada vez mais difícil definir precisamente quais são as atividades de um determinado trabalho, de uma determinada função. O mais comum tem sido dar uma idéia geral, informando do que se trata o trabalho e onde ele será realizado, mas não informando exatamente como fazê-lo, até porque ele pode ser um pouco diferente todos os dias.

O trabalho hoje em dia é mais cerebral, menos mecânico, exige mais estudo, dedicação, disponibilidade. Por isso encontramos tantos maus profissionais em nosso dia-a-dia: todos querem receber a recompensa pelo trabalho, mas poucos estão dispostos a aceitar os sacrifícios que ele exige atualmente.

É fato que o trabalho mecânico (do tipo que se vê numa linha de montagem, quando, por exemplo, sua função é ficar em frente a uma esteira e apertar um determinado parafuso de todas as peças que passam por ela) ainda existe. E não pretendo diminuir quem trabalha dessa forma, mas também é fato que o mundo se encaminha para cada vez mais exigir cérebro de seus trabalhadores, e a competição por vagas tem sido tão forte que os maus profissionais serão substituídos por gente disposta a se destacar. E, infelizmente, essas pessoas passarão cada vez menos tempo com suas famílias, se divertirão cada vez menos, enfim, viverão cada vez menos.

Toda essa exigência é uma coisa boa? Não sei. Quero dizer, é claro que é uma coisa boa para os consumidores dos produtos e serviços. Mas e para o trabalhador? É saudável ter que pensar tanto em trabalho, especialmente quando se está em casa, com sua família? É justo perder o sono ou horas com seus filhos para estudar e se aperfeiçoar? Qual é o objetivo disso tudo?


A procrastinação II

sábado, 8 de maio de 2010

Como o vídeo que eu postei ontem estava em inglês, aqui vai mais um (esse está legendado), que ilustra na prática o que o vídeo anterior dizia:


A procrastinação

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Procrastinar. Verbo que conjugo todo dia da semana, toda hora de todo dia, todo minuto de toda hora... Levei dias para assistir ao vídeo abaixo, sempre arranjando outra coisa pra fazer enquanto ele carregava e nunca retornando a ele. Mas, caro leitor, tente não repetir meu erro e assista logo, trata-se de uma intrigante resposta visual à pergunta "o que é procrastinação?".

Encontrei o vídeo no blog Pensa Rics, que conheci através desse grupo de emails sobre organização e produtividade pessoal que freqüento (e recomendo).