O Twitter nunca me enganou. Ele #chupa

domingo, 28 de junho de 2009

Foi maneiro. Reagindo a alguma provocação do Ashton Kutcher (vulgo @aplusk, o perfil mais seguido do Twitter, com, no momento em que escrevo, 2.483.171 seguidores), e celebrando a vitória do Brasil sobre os Estados Unidos na final da Copa das Confederações, subitamente todos começaram a teclar a tag #chupa em seus mensagens na ferramenta de microblogging.

Daí prá frente foi uma insanidade. Começamos (sim, porque eu também mandei várias) a escalar o ranking de tópicos até historicamente atingirmos o topo dos Trending Topics, que é o ranking dos termos mais twittados durante as últimas horas. Eis abaixo a foto desse momento histórico.



Como muita gente mencionou, é óbvio que isso foi apenas uma piada que cresceu demais, e que bem mais útil seria usar a plataforma para fazer uma protesto/reivindicação menos alienada. O #forasarney, por exemplo, muito usado durante a semana, ficou longe de entrar nos Trending Topics. Mas, poxa, deixe-nos ficar com essa sensação bacana que só a internet permite, a de que nós brasileiros podemos dominar o mundo (já ouço o Hino Nacional, e uma lágrima desce por minha face...).

Começando Desonra

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Após um grande período dedicando-me ao audiovisual (especialmente séries), estou retornando à boa literatura.

Durante algumas semanas li um livro de não-ficcção, com um método para auto-organização (A Arte de Fazer Acontecer). Foi bacana, e potencialmente útil, mas eu não conseguia me concentrar na leitura, o que acabou afastando-me ainda mais da literatura, graças à sensação de que não era mais capaz de manter a mente focada nas páginas. Mas eis que aparece Desonra, e o texto limpo e fluído de Coetzee me traz de volta aos prazeres da literatura.

Quem gentilmente me emprestou o livro foi o Ronnie, o qual, segundo seu perfil no Skoob, está passando por alguns momentos difíceis com O Som e a Fúria, à espera da recompensa que vem depois.