Sobre As Duas Faces da Lei

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Como disse o crítico da SET de outubro, o grande pecado de As Duas Faces da Lei é o fato de ser um filme comum. Robert De Niro e Al Pacino são duas lendas do cinema e o primeiro filme que de fato protagonizam juntos (já haviam participado de um mesmo filme 2 vezes: O Poderoso Chefão 2, em que não contracenaram pelo fato de seus personagens estarem em épocas diferentes; e Fogo Contra Fogo, em que dividiram uma única cena) não deveria ser sobre algo que o cinema tornou tão banal como uma historinha a respeito de um serial killer. Ainda mais da forma como foi conduzida, querendo induzir o espectador a uma grande "surpresa final", que não era muito difícil de deduzir ao longo do filme. A prova de que o filme foi mal dirigido está na patética seqüência de conforntamento final, absolutamente ridícula com os dois atores correndo um atrás do outro de uma forma idiota e sem propósito.

Infelizmente a chance de reunir esses dois ícones do cinema foi desperdiçada com um filme raso, comum, que nada tem a oferecer.

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