A Ponte

sábado, 30 de agosto de 2008

Perturbador. Acabo de assistir ao documentário A Ponte, sobre as dezenas de pessoas que todo ano põem um fim em suas vidas se jogando da ponte Golden Gate, em San Francisco, nos EUA.

É estranho presenciar os sentimentos de família e amigos de alguns dos suicidas, seja totalmente conformados, seja não aceitando a situação. É estranho também ver as razões que levaram essas pessoas a tal ato: problemas mentais, a sensação de que se é um perdedor, falta de perspectivas.

O mais triste é o fato de que o suicídio é um problema do suicida até o momento em que ele o comete. Mas depois que está feito, torna-se problema dos que ficam e tem que lidar com a ausência de seu ente querido.

É um filme difícil. Muito difícil. Mas creio que tem que ser assistido como forma de tentar entender o ser humano. Não aqueles que se jogam, mas os que têm que juntar os cacos.

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