Final em jogo único

domingo, 27 de abril de 2008

Em casos como o do Estadual do Rio de Janeiro - em que, não importando quais sejam os finalistas, os jogos decisivo serão sempre disputados no Maracanã -, não seria mais interessante se a final fosse em apenas um jogo. Esse modelo de dois jogos tira muito a graça do primeiro, as equipes ficam muito retraídas, joga-se mais para não sofrer gols do que para fazê-los.

Para a televisão é mais interessante que haja dois jogos, afinal há mais oportunidades de exibir as marcas de seus patrocinadores, mas pensem na emoção do jogo único: tudo tem que ser decidido ali, não há segunda chance, agora ou nunca. Lembrei-me da Liga dos Campeões da UEFA, que adota esse sistema em sua decisão, e costuma ser bem legal (exceto naquele 0 a 0 horroroso entre Milan e Juventus na final de 2003).

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