Auto-Estrada

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

A Longa Marcha foi estupendo, com uma pequena ressalva: não gostei da forma abrupta como terminou, poderia ter tido pelo menos mais um capítulo, ou epílogo.

Estou agora iniciando A Auto-Estrada, que também é parte de Os Livros de Bachman. Trata-se da história de um homem que irá se rebelar contra uma decisão governamental que diz que ele tem que ir embora de sua casa porque uma auto-estrada irá passar pelo lugar onde ela (a casa) está. Pelo jeito, essa rebelião será um lance meio Rambo de um exército de um homem só, dado o poder de fogo dos armamentos que ele comprou no 1º capítulo (que foi o único que li até agora).

Rapadura e Oscar

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Como eu já disse, não consegui ver o Oscar. Mas acabo de ouvir um podcast super-bacana sobre a cerimônia, o RapaduraCast. Quem gosta de cinema e curte podcasts tem que assiná-lo.

Marchando

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Abaixo segue um trecho de A Longa Marcha (um dos quatro livros contidos em Livros de Bachman, de Stephen King, minha leitura atual). Trata-se de uma premissa simples: 100 rapazes iniciam uma longa caminhada, e quem andar abaixo de uma determinada velocidade toma uma advertência. Quem levar 3, morre. A marcha prossegue até só sobrar um participante.

Uma cabeça, um pouco confusa e baratinada, mas, no fundo, em boas condições. Dois olhos como se estivessem cheios de terra. Um pescoço, duro pra burro. Dois braços, nenhum problema nesse particular. Um tronco, tudo bem, exceto por uma sensação na barriga que os concentrados não podiam satisfazer. Duas pernas danadas de cansadas. Músculos doloridos. Por quanto tempo as pernas o levariam por si mesmas - quanto tempo antes que o cérebro assumisse o comando e começasse a castigá-las, obrigando-as a trabalhar além de qualquer limite sensato, a fim de impedir que uma bala se alojasse em seu berço ósseo? Quanto tempo antes que as pernas começassem a escoicear e finalmente travassem protestando e a seguir se imobilizassem numa parada definitiva?


Estou adorando.

Maracanã x Wembley

Dois jogos nesse fim-de-semana, uma final em Londres (Copa da Liga Inglesa: Tottenham 2 x 1 Chelsea) e uma final no Rio de Janeiro (Taça Guanabara: Flamengo 2 x 1 Botafogo). Não vi 100% de nenhum dos dois, mas andei dando umas olhadas.

É engraçada a comparação que se pode fazer entre o que significa uma final em Wembley e uma no Maracanã.

Ambos os estádios cheios, torcidas animadas. As diferenças estão em volta do campo. Enquanto em Londres não há repórteres quase dentro do gramado, no Maracanã, ao sair para o intervalo, os jogadores de ambos os lados que mais se destacaram são cercados por um batalhão de microfones, cujos donos repetem todos as mesmas perguntas (em sua maioria, trata-se de perguntas idiotas), e jogadores arfando de cansaço repetem as mesmas respostas umas 20 vezes antes de poder tomar uma chuveirada.

Em Wembley os jogadores concentram-se apenas em suas tarefas dentro de campo, e não em que respostas vão dar para os repórteres e em como vão acusar o trio de arbitragem de estar roubando para o outro lado.

No Maracanã, acontece uma confusão e de repente todas as centenas de repórteres que estavam do lado de fora entram em campo e buscam uma frase qualquer de qualquer um dos jogadores. Em Wembley jogadores se desentendem e tudo que temos em termos de, digamos, cobertura jornalística é um close e a tentativa de fazer uma leitura labial.

Sei que o leitor vai pensar que estou babando ovo em cima dos europeus e tratando os brasileiros como trogloditas, mas não é bem assim. Não estou 100% convencido de que o método inglês seja tão superior ao nosso. Quero dizer, ver o futebol como se estivesse assistindo a um filme tem seus méritos, mas vivemos numa sociedade ávida por informação, queremos saber, na hora do fato, todos os detalhes dele.

Acho que a cobertura do Maracanã é extremamente exagerada, mas a ausência total dela em Wembley também não é muito legal. O ideal seria um meio-termo.

Perdi o Oscar

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Eu perdi o Oscar. Perdi o Oscar! Esqueci completamente do Oscar!

E eu queria muito ver, talvez por estar com a consciência pesada pelo fato de não ter visto nenhum dos 5 indicados a melhor filme (havia muitos anos não me acontecia isso).

A festa costuma ser muito chata, cheia de momentos tediosos, mas sempre gostei de assistí-la. Perdi as piadinhas sem-graça e os trocadilhos intraduzíveis (que os tradutores simultâneos tentam, pateticamente, traduzir ao pé da letra), e os comentários sobre a greve dos roteiristas (esses devem ter sido engraçados).

E, claro, perdi a chance de ver os monstros sagrados do cinema, todos reunidos em uma mesma platéia, apresentando as várias categorias e recebendo seus prêmios.

P.S.: Aqui está a lista dos ganhadores.

Bater o ponto

Mais uma semana de trabalho chatíssima vai começar. Bem, paciência, pelo menos eu tenho esposa, filhos e algumas quinquilharias aqui do computador para os quais retornar ao final de cada dia.

The Beatles

Assim como o Rafael, também estou ouvindo Beatles, mas não estou seguindo a ordem cronológica dos discos (provavelmente deveria estar, mas já tinha alguns discos no iTunes, comecei a ouví-los e fui complementando a discografia aos poucos).

Os caras, segundo dizem, foram a maior banda da história da humanidade, e é engraçado como eu, um cara que curte música, conhecia tão pouco deles.

"In My Life", "A Day In The Life", "She's Leaving Home", "Back In The USSR", "Helter Skelter" (com Ringo gritando ao final da música que está com bolhas nos dedos), "Eleanor Rigby", "Yesterday", são algumas das grandes músicas que estou descobrindo, e ainda há muito mais por descobrir.

Velharia

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Quando vi esse vídeo, confesso que fiquei com uma lágrima em cada olho. Olhando hoje em dia percebe-se que o negócio é bem tosco, mas na minha infância eu não queria saber de pipa ou jogar bola: ficava vendo TV o tempo quase todo, especialmente programas como esse Flashman abaixo, Jiban, Jiraya, Jaspion, Changeman entre muitos outros.

Renato Russo, Stephen King e Richard Bachman

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Renato Russo de A a Z foi um belo livro, apesar de confuso em certos pontos e com o próprio Renato se contradizendo algumas vezes (em alguns momentos a passagem de alguns anos o fez mudar vertiginosamente de opinião). Digamos que o livro, que tem uma produção um tanto quanto desleixada, merece nota 7 (enquanto que o Renato merece 9,5).

Estou começando aquele que se não é o melhor provavelmente é o livro pelo qual paguei o preço mais alto: Os Livros de Bachman, de Stephen King (R$100,00). São quatro histórias que King publicou sob o pseudônimo de Richard Bachman nos EUA. Parece que pelo menos duas são ótimas, mas vou ler prá crer.

Vasco x Flamengo, o drama

Como bem lembrou o Rafael, ainda não foi dessa vez. Quem sabe no 2º turno, ou, talvez, quem sabe daqui a 17 anos, quando ganharemos com dois gols do então recém-contratado veterano atacante Alexandre Pato.

3 anos do moleque

Em 12 de janeiro meu primogênito completou 3 aninhos. Fizemos uma festinha aqui em casa. Segue o vídeo do momento de soprar a velinha do bolo:

Round 2: Fight!

Há alguns meses postei as três primeiras partes da vídeo-série Street Fighter: The Later Years. Aqui vão as partes 4, 5, 6, 7 e 8:









Deus provavelmente tem um

Comercial fake do iPhone:

Boliche japonês

Essa eu chupei do Bombou na Web, que por sua vez chupou do WeShow. Um japonês colocou rampas em duas pistas de boliche e conseguiu fazer um strike em uma terceira pista (ou seja, a bola partiu da pista A, passou pela B e acertou os 10 pinos da C).

(Retirei o vídeo daqui porque toda vez que entro ou atualizo essa página o vídeo começa a rodar sem que eu precise apertar o play, o que é muito irritante. Ele pode ser encontrado nesse link - Atualizado em 27/02/2008, 17:08)

Vasco x Flamengo

Logo mais tem Vasco x Flamengo pelas semifinais da Taça Guanabara. Será que o complexo acaba hoje?

Manhã bacana

A manhã de ontem parecia que seria uma chatice mas até que foi bem legal. Levei Arlene para seu 1º dia de aula em sua faculdade de Pedagogia semi-presencial em São Francisco de Itabapoana (cerca de 1 hora de distância). Quase todos os sábados terei que refazer esta viagem.

Fui achando que seria uma completa chatice, esperá-la durante umas 4 horas sem nada prá fazer e num lugar potencialmente enfadonho. Mas não foi bem assim. Era um CIEP no meio do mato, nada prá fazer, mas foi bem gostoso. Li muito, tirei ótimas fotos, levei um ventinho delicioso no rosto. Podemos dizer que foi um excelente momento de reflexão.

Algumas fotos:

Chegando ao CEDERJ em São Francisco do Itabapoana I

Estacionamento de motos

Lindo céu

Bela pintura

"É triste o fim"

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Estou aqui lendo esse livro sobre o Renato Russo e ao mesmo tempo pensando em outras pessoas importantíssimas para o Rock Brasileiro. Vi o Renato falando sobre como detesta fazer clipe e lembrei de um muito legal dos Paralamas, Ela Disse Adeus (segue aí embaixo):

Nervosa calmaria

Nesse meu árduo trabalho de recuperar todas as músicas perdidas com o crash de meu HD estou pegando muitas músicas que não tinha antes e álbuns completos dos quais só tinha uma ou outra faixa. Com isso estou me aprofundando na música do Neil Young. O cara é foda. Foda. Muito foda. Para quem não conhece mas quer conhecê-lo: comece com o álbum Silver & Gold (de 2000), acústico, calmo, com músicas lindas e depois recue 21 anos no tempo até 1979 e o álbum Live Rust, que contém muitos de seus clássicos cheios de guitarras sensacionais (e também algumas mais acústicas).

E já que estou no terreno da música: com todos os diabos, que álbum fodaço é esse Acústico MTV do Lobão?!? Que sinfonia de violões sensacional! O que é a versão desse álbum de Décadence Avec Élégance? Caralho, é demais!

O engraçado é que no HD quebrado eu tinha essse mesmo disco, mas o som estava uma droga, e eu acabei não percebendo sua excelência. Agora peguei uma versão de mais qualidade e estou enfeitiçado por faixas como Canos Silenciosos, Você É A Noite Escura, Rádio Blá, Corações Psicodélicos e a já citada Decadence Avec Élégance (que pode ser ouvida aqui embaixo).

"És parte ainda do que me faz forte/ E prá ser sincero só um pouquinho infeliz"

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Ia começar uma nova leitura (Revolução Difícil, de Geoge Pelecanos), já estava com ele dentro da bolsa que levo para o banco mas eis que me cai um livro do céu: Renato Russo de A a Z (um colega me emprestou). Já estou devorando, creio que vou acabar adquirindo um exemplar, porque é um livro de referência. Fragmentos do pensamento de um dos maiores pensadores desse país.

Estamos todos caminhando no corredor da morte

Terminei À Espera de Um Milagre. Uma belíssima leitura. Engraçado que dessa vez inverteu-se o tradicional caminho de primeiro ler o livro e depois assistir à sua adaptação para o cinema: já havia assistido ao filme umas duas ou três vezes antes de começar a leitura.

O chato de já ter visto o filme é que isso limita a imaginação: ao pensar nos personagens principais é impossível não atribuir a eles os rostos de Tom Hanks e Michael Clarke Duncan.

O filme é muito bom, mas o livro é bem melhor (como costuma acontecer). Outra coisa engraçada é perceber as diferenças na adaptação e ficar pensando em o que levou os produtores a tirar esssa cena, ou incluir uma que não estava no livro, em aumentar a presença de um personagem e diminuir a de outro.

Enfim li meu primeiro bom livro de 2008.

Educação

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Já contei prá vocês, distintos leitores, que não estou mais fazendo minha tosca faculdade de Letras à distância? Bem, acho que não contei. Na época em que entrei fiquei bem empolgado, me esforcei, mas durou poucos meses. O curso era uma bosta, creio que não vou ter outra experiência de faculdade totalmente à distância (presencial mesmo só uma provinha idiota a cada dois ou três meses).

Sendo assim volto a procurar uma faculdade prá cursar. Meus planos atuais prevêem uma completa mudança de área: a idéia é cursar Licenciatura em Matemática no CEDERJ, uma faculdade à distância com aulas presenciais todos os sábados, e que, por ser pública, é bem forte (pelo menos é o que me dizem).

Outra idéia ligada à minha educação é o incentivo que a Caixa está dando para cursar idioma estrangeiro. Creio que já está na hora, após tantos anos, de eu ter um diploma comprovando que sei falar um bom inglês. Vou tentar a Cultura Inglesa aqui da cidade.

CSI

Overdose de televisão: estou numa maratona de episódios de CSI:NY e CSI:Miami junto com a Arlene. Desde o começo do ano estou gravando as reprises que passam de segunda a sexta às 7:00 e 8:00 no AXN.

E estou na expectativa pelo CSI original, cuja nova temporada começa amanhã às 20:00 no mesmo canal, e que também terá a reprise de todas as temporadas anteriores.

É muita coisa gravada e pouco tempo para assistir. Está difícil abrir espaço no Sky+.

Pensamento do dia

sábado, 9 de fevereiro de 2008

"Ou você escreve algo que valha a pena ler, ou faz algo acerca do qual valha a pena escrever."

Benjamin Franklin
Cientista norte-americano
(1706 - 1790)

Vá na sombra

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Durante o jogo contra o Friburguense (que está acontecendo neste momento) chegou a informação de que Romário brigou com o Eurico e não é mais técnico/jogar do Vasco. Bem, apesar de toda sua enorme história no clube, já vai tarde. Fiquemos com um divertido momento de Romário no clube: sua briguinha com o Edmundo, quando os dois dividiam o ataque do clube no já distante ano 2000:

"You'll never sink this boat!"

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

"Nunca vai afundar esse barco!", grita o Tenente Dan para Deus, durante um um dilúvio que se abateu sobre ele e Forrest Gump quando tentavam pescar camarões. Procurei o vídeo no YouTube, ou fotos dessa cena mas nada encontrei. Bem, fica então apenas a lembrança desta cena inequecível.

Abaixo segue uma outra imagem do filme, em que os dois, Tenente Dan (Gary Sinise, que hoje em dia chefia a equipe do CSI NY) e Tom Hanks conversam no cais.

Mr. Jingles

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

A Intimação ficou prá trás. As últimas páginas confirmaram minha má impressão: final surpreendente sem pé nem cabeça, capaz de deixar a história ainda mais sem graça.

Agora retornarei ao autor que mais li no ano passado: Stephen King. Vou ler À Espera de Um Milagre. O filme foi excelente, e como a regra diz que os livros são sempre infinitamente superiores aos filmes que geram, creio que não me decepcionarei.

Neil Young

Uma das mais belas canções que já escutei chama-se The Needle And The Damage Done (algo como "a agulha e o estrago feito") e é uma canção sobre vício em drogas. Segue um vídeo abaixo (meis embaixo está a letra):



THE NEEDLE AND THE DAMAGE DONE
(Neil Young)

I caught you knockin'
at my cellar door
I love you, baby,
can I have some more
Ooh, ooh, the damage done.

I hit the city and
I lost my band
I watched the needle
take another man
Gone, gone, the damage done.

I sing the song
because I love the man
I know that some
of you don't understand
Milk-blood
to keep from running out.

I've seen the needle
and the damage done
A little part of it in everyone
But every junkie's
like a settin' sun.

(P.S.: Se você, como eu, é um grande entusiasta do trabalho do Neil Young, eis um ótimo site não-oficial: HyperRust)

Manhã no Horto

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Na manhã de hoje fomos ao Horto Municipal. Um excelente local para brincar com as crianças e tirar belas fotos, seguem algumas aí embaixo:

Amor

Fanfarrão



Sobre leituras ruins em 2008

Ao contrário do ano passado, em que li livros maravilhosos e em grande quantidade, este ano está sendo meio magro, tanto quali quanto quantitativamente. Até agora só concluí um, Um Drink Antes da Guerra, do Dennis Lehane; um livro correto, com boas doses de sarcasmo dos protagonistas, mas uma trama sem grandes inovações, sem algo que apaixone. Do Lehane eu já li um que é milhões de vezes melhor, Sobre Meninos e Lobos.

No momento estou lendo A Intimação, do John Grisham. Estou ciente que esse gênero suspenses de tribunal não é famoso por sua literatura de alta qualidade, mas devo dizer que esse espécime que tenho em mãos no momento é pior do que a média. Assim como Um Drink Antes da Guerra, não há nada apaixonante nele, nada que me faça ter vontade de não largá-lo. Já li Grishams bem melhores.

Além desses dois, outro livro que comecei neste ano foi As Crônicas de Nárnia, o clássico do C. S. Lewis. A 1ª história até que foi legal, mas a 2ª (que originou o 1º filme - ao qual não assisti) foi bem enfadonha, e a 3ª também vinha no mesmo ritmo quando a interrompi. Vou acabar retornando, só não sei quando.

Ao terminar A Intimação vou procurar na biblioteca um texto que seja reconhecidamente bom, para que meu 2008 enfim seja iluminado pela literatura.

Passando o chapéu

Ei, leitor. Você que se diverte, sofre, ri, chora, se emociona, se revolta, enfim, você que me acompanha há muito tempo, que tal colaborar com o autor desses mal-traçados pixels e me dar algo da minha lista de desejos?

A casa penhorada agradece.

Viciado

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Apesar de ter passado quase uma semana sem postar aqui não fiquei longe da internet. Aliás, fiquei muito tempo por aqui. Depois que o computador voltou fiquei ainda mais viciado em navegar por esses mares virtuais. Minha esposa já está reclamando do excesso de tempo que tenho passado em frente a este computador.

Óbvio ululante

Depois de tanto reclamar do Natal creio que não preciso dizer que odeio também o Carnaval. Mas mesmo assim eu digo: ODEIO O CARNAVAL!

Bem, na verdade não odeio tanto assim: trata-se de um belo feriado prolongado, quatro dias para ficar em casa curtindo os moleques, vendo muita televisão e navegando no mar da internet.