Navegando

domingo, 23 de dezembro de 2007

Mais do que respostas, os tempos atuais trazem novos questionamentos. Mas o sentimento geral, até entre os maiores críticos da internet, é que o aumento de quantidade na oferta de produtores de cultura traz mais aspectos positivos do que negativos. Marcelo Forlani, jornalista paulista que, após trabalhar nos sites da 89 FM, Abril Jovem e AOL Brasil, se dedica exclusivamente ao Omelete, página de cultura pop há mais de sete anos no ar e acessada mensalmente por 700 mil visitantes únicos, afirma: "Da quantidade se tira a qualidade. Com a internet, não há um agente limitador. Não ficamos mais restritos ao que sai no jornal, toca no rádio ou passa na TV". E complementa: "Com os sites das bandas e serviços que indicam produtos por semelhança, como uma Last.fm, vivemos uma realidade em que apenas uma coisa pode nos parar: a falta de interesse por descobrir coisas novas. É comum 'perder' horas vendo fotos de pessoas que não conhecemos num Flickr, ou assistindo a vídeos no YouTube. Os trabalhos que apreciamos são rapidamente enviados para os amigos, salvos nos del.icio.us da vida, enfim, compartilhados. O que é bom tem hoje muito mais chance de ser pulverizado por aí e se tornar conhecido por muita gente".

Trecho deste texto do Inagaki. Passem lá e leiam tudo. E visitem também o Pensar Enlouquece, Pense Nisso, consagrado blog do Ina.

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