terça-feira, 18 de janeiro de 2005

Estou aqui em um período de semi-férias, com esse lance da licença paternidade. Cuidar de minha esposa e de meu filho tem sido recompensador, mas a perspectiva da volta ao trabalho na quinta-feira me assusta um pouco.

Aos 23 anos ainda não decidi o que vou fazer da minha vida. Não sei se gosto do trabalho ou se não gosto, se deveria investir mais nisso ou não. Às vezes me bate um medo insano de perder meu emprego, ou, mais realisticamente, perder a função que me permite ganhar um pouco mais que o piso de bancário. Tenho medo de transformar esse emprego em uma escravidão eterna, especialmente após o nascimento do meu filho.